Head de Revenue Operations — Liora Energia
Liora Energia
Job Description
Não é uma cadeira para acompanhar vendas. É a cadeira que constrói a máquina de receita da Liora — e ajuda a decidir onde a empresa cresce.
Por que essa cadeira importa
A Liora está num momento decisivo. O mercado de energia vive uma transformação estrutural no Brasil, e existe uma oportunidade enorme de fazer empresas deixarem de ver energia como custo e passarem a tratá-la como alavanca financeira. Mas oportunidade grande só vira escala quando alguém constrói a operação que a captura — com previsibilidade e eficiência de CAC e de carteira.
Essa é uma cadeira de alta alavancagem e proximidade de decisão: tem assento no Comitê Executivo e ajuda a definir onde crescer, quais canais priorizar e quais gargalos atacar. É menos "reportar vendas" e mais "desenhar o motor que define a estratégia de crescimento".
Com quem você vai construir
Fundada por ex-executivos de Loft, Guiabolso, Moip e Kovi, e apoiada por Canary, 17Sigma e 468 Capital. Um time que já construiu operações de alto crescimento e sabe a diferença entre esforço e sistema. Você entra pra ser peça central dessa construção — não pra manter o que já existe.
O papel
Revenue Ops é a função que transforma crescimento comercial em sistema.
Você será dono da camada que conecta estratégia à execução: forecast, funil, qualidade de dados, performance por canal, metas, capacity, incentivos, rituais e a leitura de onde estão as oportunidades. É uma cadeira de fundador de área — você desenha e faz acontecer.
O desenho da vaga, aberto desde já:
- Ownership 0→1, hands-on de verdade.No começo você constrói e opera grande parte pessoalmente — do modelo de forecast ao CRM, à base, ao dashboard. Isso aqui não é sobre recomendar de longe; é sobre ser dono do resultado e sujar a mão pra fazer a máquina existir.
- Fase 2 — time embaixo de você.Conforme o motor fica de pé, oInside Sales passa a reportar a você, e você passa de arquiteto a líder de um funil previsível.
- Autoridade de processo cross-canal.Field Sales e Parcerias seguem com seus donos, mas a caneta sobre método, dados e cadência dessas frentes é sua (linha pontilhada).
O desafio
- Tornar Field Sales replicável entre praças:por que algumas cidades performam melhor, onde o funil trava, o que funciona — e virar isso em playbook.
- Destravar Parcerias como motor:pipeline visível, priorização, potencial, conversão e previsibilidade por parceiro.
- Construir o Inside Sales como funil previsível(fase 2): cadência, coaching, ramp e playbook.
- Instaurar a verdade dos números:forecast confiável, funil por vendedor e os indicadores que rodam no Comitê.
O que você fará
- Estruturar e operar ociclo de forecast, encurtando a distância entre projeção e entrega real.
- Ser dono davisão de pipeline e funil— volume, conversão, velocidade, aging, perdas e gargalos por etapa/canal.
- Construir as análises deField Sales por praçae transformar boas práticas em playbook replicável.
- EstruturarParceriascom priorização, potencial estimado, pipeline confiável e plano por oportunidade.
- Apoiarmetas, capacity e incentivos— conectando ambição a capacidade real e aqualidade de carteira(não só MWh, mas CAC e inadimplência).
- Ser dono(a) daqualidade dos dados(CRM, Metabase, dashboards refletindo a operação real).
- Criarleituras executivasque respondam: onde ganhamos, onde perdemos, qual canal priorizar, qual praça intervir, qual parceria escala.
- Instaurarrituais(pipeline review, forecast semanal, análise de conversão) eplaybooksque reduzam a dependência de conhecimento informal.
- Assumir a liderança do Inside Sales(fase 2): resultado, cadência e coaching.
- Trabalhar junto de vendas, parcerias, marketing, CX e financeiro (inclusivecrédito/Antecipa) pra operação virar um sistema único — alavancando muitoAI.
Seus primeiros 90 dias
- 30:diagnóstico do funil real (todos os canais), CRM confiável e um forecast em que a liderança confia.
- 60:Field Sales por praça mapeado, Parcerias com pipeline estruturado, primeiros gargalos de CAC atacados.
- 90:motor instrumentado com indicadores no Comitê, rituais rodando, e um plano claro de onde escalar — com o caminho pra trazer o Inside Sales pra baixo da cadeira.
Quem você é
Analítico(a), estruturado(a) e com apetite raro por execução. Você estrutura o caos — pega uma base bagunçada, um funil opaco ou uma meta chutada e transforma em método, decisão e plano de ação. E, diferente da maioria, não para na recomendação: você constrói.
Você provavelmente vem de consultoria estratégica (McKinsey, BCG, Bain) ou de uma operação de alto crescimento (fintech, marketplace, SaaS), e se identifica com:
- Capacidade analítica forte e prazer em "comer dados com farofa" pra achar o que está por trás da performance.
- Comunicação afiada: traduz análise complexa em mensagem simples e acionável pra liderança e board.
- Conforto com contexto incompleto e operação em construção — não espera tudo pronto pra começar a gerar impacto.
- Entende que forecast não é número otimista numa planilha, e sim leitura responsável de pipeline, conversão e capacidade.
- Senso de dono: aponta o problema, propõe o caminho eexecuta— inclusive entrando no CRM, na base e no dashboard.
- Vontade de, no futuro próximo,liderar e escalar um time.
- Energia de startup: velocidade, ambiguidade e priorização constante.
Não é pra você se
- Busca uma operação madura, com processos, dados e rituais prontos.
- Quer atuar só no plano da recomendação, sem entrar na execução, nos sistemas e no detalhe do funil.
- Precisa de longos ciclos de diagnóstico antes de gerar impacto.
- Se incomoda com dados imperfeitos e decisões tomadas com velocidade.
- Enxerga Revenue Ops como área de relatório, e não de gestão, inteligência e escala comercial.
- Não quer, em algum momento, assumir a gestão direta de um time.